Introdução Alimentar. E agora?

Depois das dificuldades da amamentação, surge outra fase que deixa as mamães cheias de dúvidas: a introdução alimentar! Por quais alimentos começar? Como preparar e combinar os alimentos? Meu bebê não quer comer, o que faço? Meu bebê come demais? Essas são dúvidas constantes!
Introdução Alimentar. E agora?
Até o sexto mês de vida do bebê recomenda-se exclusivamente o leite materno, considerado até esse período um alimento capaz de garantir por si só as necessidades nutricionais do bebê, e deve ser mantido e complementado até os 2 anos ou mais de idade. Já a introdução alimentar deve ocorrer a partir do 6 mês. Nesta fase, o bebê começa a sentar sem apoio, identifica sabores, enzimas digestivas começa a funcionar, ocorre um maior desenvolvimento neuropsicomotor, imunológico e cognitivo, estando portando mais preparado para receber diversos alimentos. Além de suprir as necessidades nutricionais, o contato com os novos alimentos podem determinar os hábitos e comportamentos alimentares na vida adulta, influenciando na saúde e bem-estar do indivíduo.

É preciso entender também que o bebê está em uma fase diferente, ele passa a comer novos alimentos, com cheiro e textura nunca experimentados. É um momento de ótimas descobertas, mas também de estresse para os pais e a criança, podendo interferir no processo da introdução alimentar. Portanto, paciência e persistencia nesta fase!haha

Atualmente existem 4 métodos de introdução alimentar, que resumidamente são:
1. Tradicional: As refeições são em forma de papas e ocorre uma evolução gradual delas. O adulto é o regulador, ou seja, o bebê não tem autonomia. São os papais que vão colocar os alimentos na boquinha dele, incentivando-o a comer.

2. Alimentação responsiva: É parecida com o método tradicional, em forma de papas. O adulto tem o papel de facilitador e ajudante, pacientemente, encorajando a criança a comer –mas não a forçando, assim respeitando seus sinais internos de fome e saciedade.

3. BLW: a sigla significa Baby Led-Weaning (introdução alimentar guiada pelo bebê), e vem conquistando cada dia mais pais, já que ensina obre como respeitar os gostos do bebê, ou seja: eles comem até que se sintam satisfeitos. Sugere-se que os alimentos sejam oferecidos para bebês, em forma de pedaços, possibilitando que eles exercitem as suas escolhas e comam sozinhos com as mãos. O adulto tem apenas o papel de ser o responsável por disponibilizar os alimentos saudáveis e supervisionar a refeição.

4. Alimentação participativa: Utiliza parte dos fundamentos da alimentação responsiva e BLW. Na prática, você pode deixar o bebê mais à vontade para comer, mas interfere sempre que preciso, agindo como um facilitador e encorajador. 

E qual o melhor método? O método que melhor se adapta a sua família e rotina! O interessante é o bebê receber essa oferta de alimentos saudáveis e adequados para essa fase tão importante! E fica a dica: o acompanhamento e orientação do nutricionista materno infantil é essencial para auxiliar e adequar a melhor forma de cada método a ser realizado juntamente com a família e cuidadores! Vamos falar mais dos métodos nos próximos posts! Até lá!
 Pâmala Mara
Nutricionista Clínica e Materno Infantil- CRN13084
Panelinhas Kids 
Instagram: @panelinhaskids
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Tel: 31 987499685

1 comentários:

  1. Não sou mãe nem tenho irmãos, mas pelo que vejo dos meus primos eles começaram a introduzir a sopa e a fruta passada e depois comiam o mesmo que nós sem muitos molhos e temperos mas a batata esmagada e a carne bem desfiada.

    Novo post: http://abpmartinsdreamwithme.blogspot.pt/2017/10/my-favorite-watches.html

    Beijinhos ♥

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